segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Indescritível

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Mistério

As coisas no Pici andam envoltas numa atmosfera de mistério constante e isso afasta o torcedor. Eu, pelo menos, além de ver um time fraquíssimo em campo, acesso os meios da imprensa e o que vejo é uma completa falta de transparência. Senão, vejamos: quem trouxe Casemio Mior? Quem indicou Paulo Pelaipe para gerir o futebol do Fortaleza? Quem é (são) o (s) empresário(s) do elenco tricolor? Por quanto Osvaldo foi mesmo vendido? E Adaílton? Foi, vai, ou fica por aqui? Se for, vai por quanto? Quanto cabe ao Fortaleza? Quem são os outros "investidores"? Qual o grau da contusão de Rodrigo Mendes? Por que os médicos do Fortaleza não podem falar? Por que Rogério, até então titular, foi emprestado DE GRAÇA ao ABC? Por que Léo Jaime, bom e veloz jogador, foi devolvido sem qualquer cerimônia ao Ferroviário? Por que Tiago Cardoso, que aceitaria, inclusive, redução salarial, foi dispensado e em seu lugar ficou um frangueiro? Por que 37 jogadores no elenco? É verdade que falta dinheiro para regularizar algumas dessas bombas? Essas e outras perguntas, eu gostaria de fazer ao presidente tricolor. Difícil será conseguir alguma resposta...

domingo, 25 de janeiro de 2009

Caindo na real

Conforme postei no início do dia, o jogo de hoje contra o Ferroviário foi mesmo bem complicado para o Leão. Mais do que isso, foi possível evidenciar deficiências que, ao que tudo indica, a diretoria insiste em negar, ou, pelo menos, fingir desconhecimento. Senão, vejamos: quem demonstra qualidade no elenco de 37 (isso mesmo, 37) jogadores que compõem o grupo do Leão? Sinceramente, excetuando-se os meninos que acabaram de chegar da Taça São Paulo, apenas Eusébio se sobressai. Além disso, o clube cometeu a tolice de mandar embora o bom Tiago Cardoso (por conta de seu salário estar acima do teto do clube) e trazer o risível Ricardo. Será que seu empresário é Gilmar Veloz? Acho bem provável que sim, pois nada explica sua colocação no time. Serviu, pelo menos, para que se evidencie o que já venho falando aqui: o atual elenco do Fortaleza sobra em quantidade e falta em qualidade. Ou se muda a política adotada no Pici, ou 2009 pode ser muito pior do que 2008.

Encontro colorido

Hoje, no Castelão, haverá o encontro dos dois times da primeira divisão local que mais têm apostado na base, ultimamente. Um, porque é tradicional nisso, o simpático Ferroviário, ou Ferrim, para os mais antigos. Outro, por pura necessidade, já que meu Leão não conta mais com o poderoso apoio da Santa Textiles e tem que se virar com o que tem. Pela juventude das equipes, o jogo promete muita correria e, quem sabe, jogadas interessantes, principalmente de contra-ataque. Estou longe da satisfação em relação ao Leão, mas vejo que o time tem progredido, apesar de muito lentamente. Hoje, sem dúvida, será o teste mais difícil para nós, tricolores do Pici. O Itapipoca não foi páreo, contra o Guarany perdemos para nós mesmos, o Boa Viagem apertou o Leão e por pouco não arranca o empate e o Icasa até agora não pontuou, ou seja, nenhum desses adversários pode ser comparado a Ceará, Ferroviário, Maranguape e, claro, Horizonte, que, ontem, inexplicavelmente, empatou com o limitado Boa Viagem. E só pra recordar a tradição deste jogo, que eu ainda considero um clássico com todo o charme, posto aqui a última vez em que estas equipes decidiram um campeoanto, há de 5 anos, em 2003. O resultado? Claro que deu Leão, né?


sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Surge uma luz na entrada da área

Foi bem mais fácil do que eu imaginava. Pensava que o Icasa ainda fosse aquele time que nos últimos anos tem feito as finais do cearense com o Leão. Mas não foi bem isso que vi, pois o time do Cariri estava muito aquém do que me acostumei a ver. Fora isso, que cabe aos analistas de futebol (e nisso acho que Wilton Bezerra é insuperável), um outro detalhe me chamou atenção: Bambam. Não vou dizer que encontramos finalmente o artilheiro da temporada, mas, com certeza, mostra muito mais qualidades do que Cleiton, seja pelo espirito muito mais voluntarioso, seja pela técnica mais apurada. Basta ver seus gols ontem e perceber que bate com estilo na bola e dribla quando necessário. Vi com muito otimismo sua participação e penso que, bem trabalhado e sem tanta expectativa, tem tudo para render bons frutos dentro e fora de campo, ao tricolor. É aguardar pra ver.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

As duas pontas da tabela

Quinta-feira, encontrar-se-ão as duas pontas da tabela do campeonato cearense: o meu Leão, até aqui invicto, apesar do péssimo futebol, e o Icasa, que até agora não venceu ninguém. Nos últimos 4 campeonatos cearenses, essas duas equipes fizeram a final em nada menos que 3. Isto é bastante significativo e, no meu caso, uma ótima lembrança, pois o Leão venceu todas elas. Claro que quinta a situação é bem diferente, mas acho que cabe ao Fortaleza aproveitar que o time vive seu pior momento nessa década e arrancar uma boa vitória no Romeirão para manter a ponta da tabela. De hoje até o dia do jogo, relembrarei aqui alguns jogos entre essas duas equipes que entraram para a história de nosso campeonato. Há quem exagere afirmando, inclusive, que já se trata de um clássico, coisa com a qual eu não concordo.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Preocupantes indicadores

Claro que vencer é importante, em qualquer campeonato, e o Fortaleza conseguiu chegar à marca de 7 pontos ganhos em 9 disputados até aqui, no cearense. Olhar para o resultado apenas, contudo, é perder de vista o processo da equipe durante toda a partida. Nos dois últimos jogos, ficou muito claro para mim, como tarado tricolor que sou, que, se o Fortaleza quiser mesmo ser campeão ,terá que se reforçar, sob pena de não conseguir chegar nem mesmo à final do campeonato. Hoje, depois de um primeiro tempo opaco, mas efetivo (dois gols), o Leão voltou bastante cansado e sem qualquer criatividade para segunda etapa e passava a impressão de que estava pedindo que o jogo não tivesse etapa complementar, pois foi inteiramente dominado pelo limitado time do Sertão Central. Roí as unhas no segundo tempo e não vi boas perspectivas, especialmente em duas posições: na meia e no ataque. A diretoria precisa ser um pouco mais ousada e qualificar a equipe, pois camisa não ganha campeonato

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Onze homens e uma incógnita

O que constitui um bom time de futebol? Entre tantas teorias existentes, eu diria que há dois aspectos muito importantes: um todo coerente, que fucione como grupo, e algumas individualidades que possam efetivamente fazer a diferença. É como um quebra-cabeças: as peças devem se encaixar e forma uma unidade que transmita uma imagem clara. Lancei estes questionamentos, porque vejo o Fortaleza muito longe das duas condições aqui colocadas, afinal, fará hoje seu terceiro jogo e deve entrar com muitas mudanças e não tem alguém no grupo de fato possa fazer a diferença. Esse jogador seria Rodrigo Mendes, mas ele se contundiu aos 10 minutos de seu primeiro jogo com a camisa tricolor. Ontem, ouvi nos noticiários que o Leão quer dois camisas "9", por conta da saída de Osvaldo e as possíveis vendas de Bambam e Adaílton (isso mesmo, já serão vendidos!). Penso que um seria de bom tamanho, se viesse acompanhado de um bom meia de articulação, peça faltante na onzena tricolor. Diante disso, olho para o elenco do meu time e o que vejo são incógnitas, ou melhor, uma incógnita: o que pode produzir o Leão nesse campeonato? Vejo que as contratações não só foram modestas, mas numerosas e provenientes da perigosa indicação de um empresário, como já postei aqui. Resta, por enquanto, ficar com saudade de Osvaldo, menino de grande futuro que muito vai brilhar no futebol, apesar de estar na distante e opaca (para o futebol) Dubay.


Fonte: Diário do Nordeste