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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Evoluindo

Não consegui nem falar da vitória alvinegra na primeira rodada do campeonato contra o Quixadá e já tem mais uma pra comentar. A vítima da vez foi o Boa Viagem, que, apesar de eu ter achado mais forte que o primeiro adversário, não foi páreo para o Vozão.
Logo que o jogo começou, Fábio Vidal foi à linha de fundo e cruzou na cabeça do experiente Alberto que, com estilo, cabeceou para abrir o placar. A primeira coisa que veio a minha cabeça foi: hoje vai ser goleada. Mas o Boa Viagem soube se postar bem em campo e não permitia o avanço dos laterais alvinegros, obrigando o Ceará a ficar tocando a bola no meio campo na tentativa de encontrar espaços para criar suas jogadas.
O jogo seguia truncado até que o Boa Viagem, num contra-ataque, aproveitou uma falha de posicionamnto da zaga alvinegra e o atacante Lô, com tranqulidade, empatou a partida. O Ceará não se intimidou e continuou tentando furar o bloqueio adversário, principalmente pelo meio com Alex Gaibu e Cadu. Numa dessas tentativas, o Vovô conseguiu uma falta na intermediária e Sérgio Alves mandou um foguete com alvo certo: o gol.
Em vantagem novamente, o Ceará continuou a tocar a bola tentando encotrar espaços na defesa adversária e com o bloqueio das laterais a alternativa era o meio. E foi por lá que numa jogada rápida, Sérgio Alves deixou Gaibu livre para o marcar o terceiro gol alvinegro.
Com o jogo na mão, o Vozão literalmente administrou o placar no segundo tempo e claramente s poupou, talvez já pensando no clássico . A única coisa digna de menção na segunda etapa foi a entrada do jovem Misael que mostrou mais uma vez bom domínio de bola, agilidade e visão de jogo.
No final das contas, uma boa vitória, mais 3 pontos, a vice-liderança e o melhor, boas perspectivas de evolução da equipe.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Clássicos Inesquecíveis

Eu juro que não acreditei quando encontrei essas imagens!
O ano era 1993, àquela época, eu tinha apenas 12 anos e meu ídolo era Sérgio Alves, de quem eu já copiava o nome e tentava copiar os cabelos. Não lembro, ao certo, as circunstâncias dessa partida, mas jamais esqueceria a primeira goleada do Vozão que eu presenciei, ao vivo! Ainda hoje, os gritos da torcida ecoam em minha memória: BUCHADA! BUCHADA! BUCHADA!


Obrigado ao Edmar Neto, por ter me proporcionado esta alegria!