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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Incerteza

Ontem à noite, ouvi no rádio que Edilson José renunciou ao cargo de diretor de futebol do meu querido tricolor de aço. Andei olhando o orkut, e vi que todos os torcedores que se manifestam estão muito felizes. Eu, contudo, logo que recebi a notícia, fiquei em dúvida acerca de como deveria realmente receber esta notícia. Afinal, ao que me consta, Edilson José é o homem de confiança da Santa Textiles, patrocinadora do tricolor, mesmo tendo cometido bobagens atrás de bobagens nos últimos meses. Se ele saiu, portanto, tudo indica que a Santana também sairá e, com ela, um rombo de alguns milhões de reais que, sabe Deus de onde, o Fortaleza terá que arrumar recursos para cobrir. Fico me perguntando até que ponto é boa a saída da Santana Textiles do tricolor de aço, então. Por outro lado, apesar de reconhecer os méritos dessa grandiosa empresa e do extremamente injustiçado Ribamar Bezerra, indago-me se o fato de contarmos com estes abnegados foi realmente uma coisa boa. O Fortaleza, nos últimos anos, teve dinheiro abundante para pagamentos imediatos, mas não se preparou para o futuro, que, hoje, é cheio de incertezas. Quem será nosso parceiro no pagamento de contas? Em que divisão estaremos no ano que vem? De onde o tricolor tirará recursos para se manter? São questões que me deixam muito preocupado e para as quais, honestamente, não tenho resposta e o sentimento que fica é o de acontecer com o Leão o mesmo que vem ocorrendo com o Santa Cruz. Força, Leão!

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Estranho otimismo

Nos últimos dois vejo uma luz no fim do túnel do Leão do Pici e, como diria Humberto Gessinger, não é um trem na contra-mão. A Santan Têxtil indica que vai continuar gerenciando meu tricolor de aço, garantindo sua sustentabilidade pelo menos até o fim do ano e, ainda, que vai realizar três contratações para resolver as principais deficiências do time, além da contratação de um treinador. Tudo isto deve ocorrer até o início da semana que vem. É, sem dúvida, um alento, já que, até ontem, o Leão parecia um barco à deriva, mas pude perceber pela presença da Santana no clube, que comandante está mostrando força e cobrando resultados efetivos de seus comandados. E estou otimista. Tanto que amanhã, irei ao estádio certo de que verei muita disposição do elenco e, portanto, no mínimo, um bom jogo, contra o Ituano. Estou certo de que, em breve, vou poder olhar pra cima da tabela e voltar a gritar: VOLTA, LEÃO, PRA PRIMEIRA DIVISÃO!!!!!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Mistérios no Pici

Aos poucos, o Fortaleza vai colocando ordem na casa. Fernando Morais, que ainda não aceitou oficialmente o convite para ser diretor de futebol do clube, se reuniu com o elenco, hoje, a pedido dos próprios atletas, a partir de um almoço ontem, de lideranças do grupo de jogadores com Raimundo Delfino Filho - dono da Santana Têxtil do Brasil. Ora, o que os jogadores indicam com isso? Indicam que há uma preocupação forte do elenco com relação ao futuro financeiro do clube, pois procuraram o provedor financeiro (o patrocinador) e o homem de confiança deste provedor (Fernando). Ou seja, além de um problema técnico (o time tem que ser melhor qualificado), há indícios de pendências financeiras, ou, no mínimo preocupação com relação ao futuro disso. Ao que se sabe, Fernando Morais e Raimundo Delfino proferiram palavras de tranqüilidade ao elenco quanto ao aporte da Santana ao clube, mas todos os mistérios que envolvem contratações de treinador e jogadores (todas a cargo de Fernando Morais), bem como a relação patrocinador-time só serão dirimidos na segunda-feira, pois o mandatário da Santana Têxtil está na Argentina e retorna apenas no final de semana.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Crise profunda

A crise no Fortaleza é muito mais grave e maior do que uma bola. Fica cada vez mais evidente que o problema é, sobretudo, político. Com a saída (à revelia do patrocinador) do técnico Marco Aurélio, Fernando Morais, que não foi consultado acerca desse assunto e que é o homem de confiança da Santa Têxtil do Brasil, retirou-se do Leão e não pretende aceitar o convite recebido para ser diretor de futebol. A equação é simples, mas traz implicações profundas: sem Morais, o Leão ficou também sem o apoio do patrocinador, que estava se dando para além da cota de patrocínio fixo (70 mil reais), ou seja, crise financeira, tendo em vista que os custos mensais do clube giram em torno 600 mil reais, valor que não conseguem nem de longe ser coberto pela bilheteria. Sinto cheiro de renúncia no ar, em nome da sustentabilidade do Leão. PREOCUPANTE!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Racha no Pici

Acabo de ouvir no rádio que há indícios de um racha no Pici. O patrocinador tinha em Fernando Morais seu homem de confiança dentro do Fortaleza. Com a saída de Fernando, a Santana Têxtil colocou o executivo Edilson José como seu braço direito junto à executiva do Leão; contudo, este acaba de informar à imprensa que, por um motivo que não quis explicar, não comparecerá à reunião da diretoria. Indícios de um perigoso racha no Pici, já que o patrocinador é quem banca o Leão do Parque dos Campeonatos.